Terça-feira, Janeiro 24, 2006
À CAMINHO DE GENIPABÚ

Pegamos o buzão de Santa Rita para saltar na Av. Litorânea, de onde já se vê as dunas que teríamos que infrentar. Seguindo linha reta que mais ou menos 1 km a frente se bifurca onde tivemos de escolher optar por descer na duna baixa ou na duna mais alta... escolhemos - claro! - a duna mais alta. Buggys com turistas, vista da cidade, calor do kct...
GENIPABU - primeiro destino

Atravessando a cidade de Natal (RN) e cruzando o rio Potengi, rumo à zona norte da cidade, as casas de tijolos e os pequenos prédios de quatro andares começam a dar lugar a construções cada vez mais rústicas - mais ao mar daquelas que ali existiram antes da chegada da eletricidade, décadas atrás. Deixando o limite da capital e chegando à vizinha Extremoz, a 20 km do centro de Natal, a diferença é ainda maior.
São muitas as casas de pau-a-pique e sapê que compõem uma paisagem harmônica e bela ao se misturarem com os coqueiros, dunas e praias da região. Essa paisagem ainda pouco explorada é o grande atrativo do litoral norte do Rio Grande do Norte. Ainda que quebrada, poucas vezes, por casas de veraneio, restaurantes ou torres de telefonia celular, a relação entre natureza e infra-estrutura está no ponto certo: não afeta a ecologia e satisfaz o turista.
Em Extremoz fica o melhor exemplo. A praia de Genipabu, encostada nas dunas que fazem a região famosa, é um local bastante calmo, bonito e confortável. Praia extensa, emoldurada por coqueiros em toda orla e presenteada com o Parque das Dunas mais ao sul, tem alguns pequenos bares beira-mar e pousadas nas ruelas vizinhas.
O litoral norte também tem características naturais muito favoráveis. Primeiro, todo o mar do Rio Grande do Norte tem uma temperatura média de 26º C, extremamente convidativa ao banho de mar, além de ser pouco agitado e raras vezes propício ao surfe. Ainda que o mar potiguar seja dos mais salgados da costa brasileira (tanto que é a terra das maiores salinas do Brasil), quase toda praia do norte é acompanhada, de perto, por uma lagoa ou por um braço de rio. Juntando a brisa constante, que está sempre aliviando o sol forte de 38º C no verão (27º C no inverno), é difícil encontrar condições climáticas mais sedutoras e por isso escolhemos GENIPABU como primeiro destino. Aqui registra-se esta que foi a primeira "expedição" da ROSA DOS VENTOS esportes radicais.
São muitas as casas de pau-a-pique e sapê que compõem uma paisagem harmônica e bela ao se misturarem com os coqueiros, dunas e praias da região. Essa paisagem ainda pouco explorada é o grande atrativo do litoral norte do Rio Grande do Norte. Ainda que quebrada, poucas vezes, por casas de veraneio, restaurantes ou torres de telefonia celular, a relação entre natureza e infra-estrutura está no ponto certo: não afeta a ecologia e satisfaz o turista.
Em Extremoz fica o melhor exemplo. A praia de Genipabu, encostada nas dunas que fazem a região famosa, é um local bastante calmo, bonito e confortável. Praia extensa, emoldurada por coqueiros em toda orla e presenteada com o Parque das Dunas mais ao sul, tem alguns pequenos bares beira-mar e pousadas nas ruelas vizinhas.
O litoral norte também tem características naturais muito favoráveis. Primeiro, todo o mar do Rio Grande do Norte tem uma temperatura média de 26º C, extremamente convidativa ao banho de mar, além de ser pouco agitado e raras vezes propício ao surfe. Ainda que o mar potiguar seja dos mais salgados da costa brasileira (tanto que é a terra das maiores salinas do Brasil), quase toda praia do norte é acompanhada, de perto, por uma lagoa ou por um braço de rio. Juntando a brisa constante, que está sempre aliviando o sol forte de 38º C no verão (27º C no inverno), é difícil encontrar condições climáticas mais sedutoras e por isso escolhemos GENIPABU como primeiro destino. Aqui registra-se esta que foi a primeira "expedição" da ROSA DOS VENTOS esportes radicais.




